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zagueiro Guillermo Maripán define exigências salariais para assinar contrato

Guillermo maripan
Guillermo Maripán

Os bastidores do mercado da bola nacional foram movimentados pela definição dos valores para a contratação de um experiente defensor do futebol internacional. Conforme apuração divulgada no final da manhã desta quinta-feira, dia 11 de junho, pelo jornalista Kaliel Dorneles em sua conta na plataforma X, o zagueiro chileno Guillermo Maripán teve suas exigências financeiras e contratuais devidamente estipuladas para as equipes da Série A interessadas em seu futebol na temporada de 2026.

​O atleta de 32 anos, que atualmente defende o Monaco e possui longa trajetória pela seleção de seu país, ficará totalmente livre no mercado da bola a partir do dia 1º de julho. Sabendo da iminente rescisão contratual na Europa, intermediários e representantes ofereceram o nome do defensor para a cúpula diretiva do Vasco, além de formalizarem contatos com as diretorias de Internacional e São Paulo. O perfil do atleta agrada por sua imposição física e experiência em grandes ligas.

​Para estampar sua assinatura no contrato definitivo, o estafe de Guillermo Maripán exige um vínculo inicial com validade de 3 anos de duração. No aspecto financeiro, os valores demandados são considerados padrão para o futebol europeu, mas exigem engenharia financeira dos clubes brasileiros: um salário anual de US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 13,8 milhões por temporada) totalmente livre de impostos, além de um bônus de assinatura (luvas) fixado em US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 11 milhões na cotação atual) pagos de forma imediata.

​Em São Januário, o nome do chileno passa pela avaliação técnica do comitê restrito do grupo de mensagens “Estratégia Futebol”, liderado pelo presidente Pedrinho e pelo diretor esportivo Admar Lopes. Embora a zaga seja uma das posições prioritárias mapeadas para dar estofo ao elenco do técnico Renato Gaúcho, os altos valores financeiros exigidos pelo jogador tornam a operação complexa e diretamente dependente do aporte de R$ 3 bilhões da venda de 90% da SAF para o empresário Marcos Lamacchia, que segue em debate burocrático com os conselheiros do Conselho Deliberativo durante a pausa para a Copa do Mundo.

Fonte: X do jornalista Kaliel Dorneles