
Em nova reviravolta jurídica ocorrida nesta terça-feira, dia 13 de outubro de 2026, a Justiça do Rio de Janeiro restabeleceu a autorização para que o Vasco mande a partida de volta contra o Boca Juniors, pela semifinal da Copa Sul-Americana, no Maracanã. A decisão proferida pelo desembargador Joaquim Domingos desconstruiu os fundamentos utilizados anteriormente pela 1ª vice-presidente do TJRJ, desembargadora Suely Lopes Magalhães, que havia suspenso o uso do estádio. O magistrado apontou que a alegação de suposta incompetência do desembargador Marco Antonio Ibrahim não sustentava validade, uma vez que a vice-presidente ignorou uma alteração do Regimento Interno aprovada pelo próprio Tribunal de Justiça que

Confirmado no primeiro turno das eleições estaduais pelo TRE-RJ, o governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), defendeu que o Maracanã deve estar aberto a todos os clubes do estado. O posicionamento foi manifestado em entrevista concedida à TV Globo. Douglas Ruas ressaltou a importância de buscar o consenso com o consórcio Fla-Flu, reforçando a vocação pública do complexo esportivo: ”Eu espero que a gente possa conversar com o consórcio que administra e buscar um consenso, entender o que tem de divergência e se a gente possa buscar um consenso entre todos os clubes do Estado do Rio de Janeiro. O Maracanã é

Diante da revogação da liminar que liberava o estádio, o Vasco encaminhou uma nova petição à desembargadora Suely Lopes Magalhães, 1ª vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). O clube solicita que a magistrada reconsidere a decisão e restabeleça a autorização para a realização da partida contra o Boca Juniors, válida pela semifinal da Copa Sul-Americana, no Maracanã. No recurso protocolado, a diretoria cruzmaltina reforça a fragilidade operacional de transferir o confronto para outra praça esportiva, destacando a comercialização de 46.014 ingressos e a inviabilidade do Estádio Nilton Santos para comportar o contingente de torcedores já garantidos no evento. O

A Conmebol notificou formalmente a diretoria do Vasco, estabelecendo que o clube possui prazo limite até as 12h desta terça-feira, dia 13 de outubro de 2026, para definir e apresentar as garantias operacionais do estádio que receberá a partida contra o Boca Juniors, no dia 20 de outubro de 2026, pela semifinal da Copa Sul-Americana. Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, a entidade sul-americana só não exigiu a definição nesta segunda-feira em virtude do feriado nacional no Brasil. O descumprimento do prazo acarretará na tomada de decisão unilateral por parte da própria entidade, que passará a determinar o local da partida. Nos bastidores da confederação,

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ingressou na disputa judicial e apresentou manifestação ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) defendendo a utilização do Maracanã para o jogo entre Vasco e Boca Juniors, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana, no dia 20 de outubro de 2026. Em parecer assinado pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, o órgão requereu a reconsideração da liminar que havia suspendido a liberação do estádio. O documento argumenta que a arena reúne os parâmetros mais adequados de segurança pública, logística e transporte, respaldando-se nos relatórios da Polícia Militar, que classificaram o

A determinação da desembargadora Suely Lopes Magalhães, que suspendeu a autorização para o Vasco mandar a partida contra o Boca Juniors no Maracanã, passou a ser alvo de fortes questionamentos no âmbito jurídico. Segundo informações apuradas pelo jornalista Bruno Braz, a magistrada proferiu o despacho no sábado, dia 10 de outubro de 2026, a partir da Holanda, onde participa de missão institucional representando o próprio Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). A controvérsia gira em torno da regularidade funcional da magistrada. Com base no artigo 1º, § 2º, da Resolução CNJ nº 64/2008 (com redação atualizada pela Resolução nº 669/2025), especialistas

O consórcio Fla-Flu protocolou uma nova petição no plantão judiciário do TJRJ neste domingo, dia 11 de outubro de 2026, solicitando que a desembargadora Suely Lopes Magalhães rejeite o pedido de reconsideração formulado pelo Vasco para liberar o Maracanã para o confronto diante do Boca Juniors, agendado para o dia 20 de outubro de 2026. O consórcio Fla-Flu baseia sua argumentação nos seguintes pontos principais: Prazo limite da Conmebol: Sustenta que o pedido do Vasco foi protocolado às 22h16 do sábado, dia 10 de outubro de 2026, limite do prazo estipulado pela entidade sul-americana, alegando que a solicitação perdeu o objeto. Questionamento sobre ingressos: O

A confirmação da realização da semifinal da Copa Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors no Maracanã, no dia 20 de outubro de 2026, foi fruto de uma intensa articulação jurídica e política liderada pela diretoria e advogados do clube. A estratégia envolveu o alinhamento com a CBF, a FERJ e órgãos governamentais do Rio de Janeiro e de Brasília, somado ao diálogo institucional com o Fluminense. Diante da postura neutra da Conmebol — que exigia apenas o cumprimento dos prazos regulamentares para a definição do local até este sábado, dia 10 de outubro de 2026, além da garantia de cota mínima de ingressos para torcedores

A Fla-Flu Serviços S.A. emitiu uma nota oficial manifestando forte contrariedade diante da liminar concedida pelo desembargador Marco Antonio Ibrahim, que determinou a liberação do Maracanã para o confronto entre Vasco e Boca Juniors, agendado para o dia 20 de outubro de 2026, pela semifinal da Copa Sul-Americana. A concessionária classificou o veredito como “teratológico” e argumentou que a determinação contraria os laudos técnicos anexados ao processo e as decisões anteriores favoráveis à gestão do estádio. A empresa destacou a divergência do novo entendimento em relação a seis pronunciamentos judiciais prévios e questionou a alteração do julgador sem fatos novos, citando a observância ao princípio

O Vasco apresentou um agravo interno nesta sexta-feira, dia 09 de outubro de 2026, contestando a decisão do desembargador Alexandre de Carvalho Mesquita, da 23ª Câmara de Direito Privado do TJRJ, que havia indeferido a tutela de urgência para a realização do duelo contra o Boca Juniors no Maracanã. O clube sustenta que os documentos e provas anexados ao processo não foram analisados adequadamente na decisão anterior e exige uma nova apreciação. O recurso ocorre em meio a um entrave de prazos: o desembargador relator iniciou período de férias no dia 07 de outubro de 2026, com retorno agendado apenas para 19 de outubro, véspera

O presidente do Vasco, Pedrinho, ingressou com uma queixa-crime por calúnia e difamação, acompanhada de pedido de reparação por danos morais, contra o conselheiro Pedro Henrique Sampaio. A ação foi motivada por declarações proferidas pelo conselheiro durante a reunião do Conselho Deliberativo realizada na terça-feira, dia 06 de outubro de 2026. Apresentada à 37ª Vara Criminal, a petição sustenta que o conselheiro — que votou contrariamente à aprovação da venda da SAF — excedeu o direito de crítica e fiscalização ao acusar o mandatário de obter vantagem financeira indevida na operação de qualificação do investidor para a Vasco SAF, sem apresentar provas ou elementos fundamentados.

O Vasco está interessado no meio-campista Facundo Gulli, do San Lorenzo, e avalia uma investida no atleta para a temporada de 2027. Até o momento, a diretoria do clube carioca não formalizou nenhuma proposta oficial ao time argentino, mas estuda avançar com negociações e uma oferta concreta na próxima janela de transferências. Fonte: X Franco Scardigli

Caso o Vasco confirme a liberação do Maracanã para o duelo contra o Boca Juniors, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana, as diretoria e representações de torcedores de ambos os clubes planejam uma integração histórica entre os torcedores. A programação prevê uma grande confraternização inicial em São Januário, reunindo os torcedores vascaínos e a torcida xeneize. Na sequência, no dia da partida, a intenção é organizar uma caminhada conjunta saindo da colina histórica direto rumo ao Maracanã. A ação tem como intuito celebrar a boa relação histórica entre as duas agremiações e promover um ambiente de união e paz no futebol sul-americano antes da decisão

O Vasco trabalha com três trunfos principais nos bastidores para obter a liberação do Maracanã para o jogo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors. Além da sinalização positiva do órgãos de segurança, a diretoria do clube leva em consideração a preferência da própria Conmebol em realizar a partida no principal palco do futebol carioca. Outro fator estratégico considerado pela cúpula vascaína envolve o cenário político estadual, com a possibilidade da eleição para o Governo do Estado do Rio de Janeiro ser definida ainda no primeiro turno em favor do candidato Douglas Ruas. A avaliação interna é de que uma confirmação

O contrato de venda da SAF do Vasco para a Almirante Participações prevê uma cláusula que autoriza o empresário Marcos Faria Lamacchia a transferir o controle de 90% das ações do futebol para outra empresa de seu próprio grupo econômico ao longo dos próximos 10 anos. A regra impede alienação a novos proprietários externos, mas viabiliza reestruturações internas entre empresas familiares. A medida possibilita que companhias como a Crefisa e a Crefipar assumam o controle acionário do clube no futuro. As duas empresas têm 95% das ações pertencentes a José Lamacchia, pai de Marcos Lamacchia, com a participação restante vinculada a Leila Pereira, atual presidente

Elenco e comissão técnica do Vasco manifestaram posição contrária à realização do jogo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors no Estádio Nilton Santos. O local surge como alternativa diante da impossibilidade regulamentar de utilizar São Januário devido à exigência de capacidade mínima de 30 mil lugares e da disputa judicial enfrentada pelo clube contra o Consórcio Fla-Flu para atuar no Maracanã. O técnico Pedro Emanuel e os atletas do plantel criticaram abertamente o piso sintético do estádio alvinegro. O volante Santiago Sosa argumentou que o gramado artificial prejudica os arranques, traz impactos ao joelho e altera excessivamente a velocidade da

O contrato de venda da SAF do Vasco para a Almirante Participações, de Marcos Faria Lamacchia, estabelece o pagamento de R$ 3 milhões anuais ao CRVG pela cessão do uso do Estádio de São Januário até 31 de dezembro de 2030. Caso o complexo passe por reformas que ultrapassem 12 meses, o valor do aluguel sofrerá redução para R$ 2 milhões por temporada. Após o término e a reabertura do estádio para os jogos, o montante cobrado passará por ajuste proporcional. O acordo prevê também a obrigatoriedade da realização de no mínimo 35 partidas anuais da equipe em São Januário. O documento assinado entre as

O Conselho Deliberativo do Vasco aprovou, em sessão realizada na noite desta terça-feira, dia 06 de outubro de 2026, a proposta da Almirante Participações para a venda do controle do futebol do clube. A decisão representa um avanço importante nas negociações, permitindo que o processo siga para os trâmites finais. O projeto aprovado estabelece que a empresa gerida por Marcos Faria Lamacchia passará a deter 90% das ações da Nova SAF. Por sua vez, o Vasco associativo manterá uma fatia de 10% do capital, além de preservar seus direitos especiais previstos em governança. Além da aprovação do negócio, os conselheiros deram aval para as alterações

A concessionária do Maracanã apresentou manifestação à Justiça argumentando contra a realização da semifinal da Copa Sul-Americana no estádio. Em sua defesa, a empresa citou o impacto na preservação do gramado e o atendimento a solicitações do Flamengo e do ex-jogador Zico para o tradicional Jogo das Estrelas. Na petição, a gestão do complexo sustenta que o Vasco não sofrerá prejuízo irreparável caso a partida seja transferida de local. Para embasar a posição, a concessionária destacou que a Polícia Militar confirmou que o Estádio Nilton Santos possui todas as condições estruturais e operacionais necessárias para sediar um confronto de grande porte e complexidade. O imbróglio

O Flamengo divulgou uma nota oficial manifestando forte preocupação com a atuação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) na indicação e definição de locais para partidas de futebol, em referência à recente recomendação sobre a cessão do Maracanã para o jogo do Vasco. A posição da diretoria rubro-negra foi detalhada nesta terça-feira, dia 06 de outubro de 2026. No documento, a agremiação ressaltou que respeita as atribuições constitucionais do órgão, mas questionou a legitimidade da interferência do MPRJ sobre laudos e pareceres já validados pelos órgãos responsáveis. O clube argumentou que decisões técnicas relativas ao local de mando não cabem ao

O Conselho de Beneméritos do Vasco comunicou oficialmente ao presidente do Conselho Deliberativo, João José Riche Júnior, o resultado da análise do parecer referente à operação entre o CRVG e a Almirante Participações S.A.. O documento foi enviado com cópia para a Diretoria Administrativa, Assembleia Geral e Conselho Fiscal. Em reunião realizada no dia 5 de outubro de 2026, o Conselho de Beneméritos aprovou por unanimidade o parecer opinativo sobre os termos e condições negociais da proposta. O órgão ressaltou que a unanimidade refere-se à aprovação do parecer elaborado pelo próprio Conselho, e não à aprovação unânime da venda da SAF em si. A operação

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, oficializou ao Governo do Estado o envio de uma recomendação formal à concessionária Fla-Flu Serviços S.A. para que liberte o Maracanã para o confronto entre Vasco e Boca Juniors. O jogo de ida semifinal da Copa Sul-Americana está marcado para o dia 20 de outubro de 2026, às 21h30. Expedida na última segunda-feira, dia 05 de outubro de 2026, pelo GAEDEST/MPRJ, a notificação fixa o prazo de 48 horas para que a gestão do estádio apresente uma resposta fundamentada. O órgão aponta potencial descumprimento do contrato de concessão por

Em petição encaminhada à 23ª Câmara de Direito Privado do TJRJ nesta terça-feira, dia 06 de outubro de 2026, o Vasco confirmou a decisão de manter no Estado do Rio de Janeiro a partida de ida da semifinal contra o Boca Juniors, agendada para o dia 20 de outubro de 2026. Com a definição, a diretoria descarta categoricamente as opções de mandar o jogo em estádios fora do território fluminense. O clube ressaltou no documento que o prazo limite estipulado para informar à Conmebol o local exato do confronto se encerra no dia 10 de outubro de 2026. Por conta dessa urgência, a defesa vascaína

Conselheiros do Vasco iniciaram uma movimentação para solicitar o adiamento da reunião do Conselho Deliberativo agendada para a próxima terça-feira, dia 06 de outubro de 2026. A pauta da reunião prevê a votação da proposta da Almirante Participações, empresa vinculada a Marcos Lamacchia, para a compra de 90% das ações da SAF, além da apreciação da reforma do Estatuto Social do clube. Um requerimento formal solicitando a mudança da data já foi entregue ao presidente do Conselho Deliberativo, João Riche. A justificativa apresentada pelos defensores da medida é a necessidade de mais tempo hábil para analisar detalhadamente a documentação e os termos do contrato, disponibilizados

O técnico da seleção do Paraguai, Gustavo Alfaro, causou desconforto na diretoria do Olimpia ao criticar abertamente o nível do futebol no país durante uma entrevista coletiva. Para exemplificar o impacto dos resultados locais, o treinador lembrou a derrota por 4 a 1 do clube paraguaio para o Vasco, ressaltando que o time carioca vivia situação difícil no Campeonato Brasileiro, lutando contra o rebaixamento. Gustavo Alfaro argumentou que as críticas sobre a diferença de intensidade e ritmo dos adversários duram pouco na mídia e no ambiente do futebol local, sumindo assim que as equipes vencem um compromisso nacional. Ele destacou que o debate e o