
O presidente Pedrinho protocolou formalmente, nesta quarta-feira, dia 14 de outubro de 2026, a sua candidatura à reeleição para o comando do Vasco no triênio 2027-2029. O pleito eleitoral do clube social está marcado para ocorrer no próximo mês de novembro. A movimentação pela permanência de Pedrinho ganhou força após articulações diretas de José Roberto Lamacchia, Marcos Lamacchia e Mário Junqueira. Embora o mandatário estivesse inclinado a não disputar um novo mandato no fim do ano passado, acabou convencido pelos aliados e investidores a liderar o projeto de continuidade no clube. A composição da chapa traz nomes de liderança política do clube: Presidente: Pedrinho 1º

Após a histórica vitória por 1 a 0 sobre o Boca Juniors, na La Bombonera, o técnico Pedro Emanuel exaltou a resiliência do Vasco na partida de ida da semifinal da Copa Sul-Americana. Mesmo atuando com um jogador a menos durante boa parte da segunda etapa após a expulsão do atacante Andrés Gómez, o Gigante da Colina segurou o resultado e trouxe a vantagem para a decisão no Maracanã. Avaliação do confronto e escrita de história Em entrevista coletiva concedida após o apito final, Pedro Emanuel reconheceu as dificuldades impostas pelo adversário e exaltou o comprometimento do grupo em buscar um resultado inédito em Buenos

Titular na vitória do Vasco por 1 a 0 sobre o Boca Juniors, em La Bombonera, o meio-campista argentino Alan Lescano foi um dos destaques do setor de criação no confronto de ida das semifinais da Copa Sul-Americana. Em entrevista ao diário Olé na zona mista, o atleta celebrou o desempenho coletivo, mas pregou pés no chão para o duelo de volta. Análise da partida e expulsão de Gómez Lescano destacou a exibição no primeiro tempo, quando o Gigante da Colina impôs seu ritmo de jogo e construiu a vantagem com o gol de Adson, antes que a dinâmica mudasse com a expulsão de Andrés

A atuação do árbitro chileno Piero Maza no triunfo do Vasco por 1 a 0 sobre o Boca Juniors, na La Bombonera, acentuou uma estatística curiosa e controversa em jogos decisivos da Copa Sul-Americana. Com o cartão vermelho exibido para o meia-atacante Andrés Gómez no segundo tempo, o juiz manteve a sequência de aplicar expulsões contra os times visitantes nas últimas três partidas de mata-mata do clube argentino em que atuou como árbitro principal na competição: vs. Recoleta: Aplicou cartão vermelho para dois jogadores da equipe adversária. vs. São Paulo: Chegou a expulsar o zagueiro Domingos Duarte (cartão revogado após revisão no VAR). vs. Vasco:

A vitória do Vasco sobre o Boca Juniors por 1 a 0, pelo jogo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana, reverberou na imprensa internacional. O jornal espanhol As dedicou destaque à atuação da equipe em Buenos Aires, ressaltando o feito de “silenciar La Bombonera” com o tento assinalado por Adson. O diário sublinhou a entrega defensiva da equipe comandada pela comissão técnica, que suportou a pressão do time argentino durante mais de 30 minutos em inferioridade numérica devido a uma expulsão no segundo tempo: ”O Vasco da Gama silenciou a La Bombonera e garantiu uma vitória suada, aproximando-se da final da Copa Sul-Americana. A

Os exames de imagem realizados na segunda-feira, dia 12 de outubro de 2026, descartaram uma lesão grave no atacante Facundo Colídio. O argentino, que deixou o campo no início do segundo tempo na partida contra o Remo acusando dores físicas, teve constatado apenas um edema leve na região glútea. A avaliação médica também identificou edemas leves em ambos os joelhos do atleta. O quadro foi apontado pelo departamento médico como uma resposta normal da sobrecarga física causada pela sequência recente de partidas em curto intervalo de tempo, sem apresentar qualquer gravidade. Colídio iniciou um protocolo de trabalho regenerativo e tratamento especial para controle da dor.

Em nova reviravolta jurídica ocorrida nesta terça-feira, dia 13 de outubro de 2026, a Justiça do Rio de Janeiro restabeleceu a autorização para que o Vasco mande a partida de volta contra o Boca Juniors, pela semifinal da Copa Sul-Americana, no Maracanã. A decisão proferida pelo desembargador Joaquim Domingos desconstruiu os fundamentos utilizados anteriormente pela 1ª vice-presidente do TJRJ, desembargadora Suely Lopes Magalhães, que havia suspenso o uso do estádio. O magistrado apontou que a alegação de suposta incompetência do desembargador Marco Antonio Ibrahim não sustentava validade, uma vez que a vice-presidente ignorou uma alteração do Regimento Interno aprovada pelo próprio Tribunal de Justiça que

Confirmado no primeiro turno das eleições estaduais pelo TRE-RJ, o governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), defendeu que o Maracanã deve estar aberto a todos os clubes do estado. O posicionamento foi manifestado em entrevista concedida à TV Globo. Douglas Ruas ressaltou a importância de buscar o consenso com o consórcio Fla-Flu, reforçando a vocação pública do complexo esportivo: ”Eu espero que a gente possa conversar com o consórcio que administra e buscar um consenso, entender o que tem de divergência e se a gente possa buscar um consenso entre todos os clubes do Estado do Rio de Janeiro. O Maracanã é

Diante da revogação da liminar que liberava o estádio, o Vasco encaminhou uma nova petição à desembargadora Suely Lopes Magalhães, 1ª vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). O clube solicita que a magistrada reconsidere a decisão e restabeleça a autorização para a realização da partida contra o Boca Juniors, válida pela semifinal da Copa Sul-Americana, no Maracanã. No recurso protocolado, a diretoria cruzmaltina reforça a fragilidade operacional de transferir o confronto para outra praça esportiva, destacando a comercialização de 46.014 ingressos e a inviabilidade do Estádio Nilton Santos para comportar o contingente de torcedores já garantidos no evento. O

A Conmebol notificou formalmente a diretoria do Vasco, estabelecendo que o clube possui prazo limite até as 12h desta terça-feira, dia 13 de outubro de 2026, para definir e apresentar as garantias operacionais do estádio que receberá a partida contra o Boca Juniors, no dia 20 de outubro de 2026, pela semifinal da Copa Sul-Americana. Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, a entidade sul-americana só não exigiu a definição nesta segunda-feira em virtude do feriado nacional no Brasil. O descumprimento do prazo acarretará na tomada de decisão unilateral por parte da própria entidade, que passará a determinar o local da partida. Nos bastidores da confederação,

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ingressou na disputa judicial e apresentou manifestação ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) defendendo a utilização do Maracanã para o jogo entre Vasco e Boca Juniors, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana, no dia 20 de outubro de 2026. Em parecer assinado pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, o órgão requereu a reconsideração da liminar que havia suspendido a liberação do estádio. O documento argumenta que a arena reúne os parâmetros mais adequados de segurança pública, logística e transporte, respaldando-se nos relatórios da Polícia Militar, que classificaram o

A determinação da desembargadora Suely Lopes Magalhães, que suspendeu a autorização para o Vasco mandar a partida contra o Boca Juniors no Maracanã, passou a ser alvo de fortes questionamentos no âmbito jurídico. Segundo informações apuradas pelo jornalista Bruno Braz, a magistrada proferiu o despacho no sábado, dia 10 de outubro de 2026, a partir da Holanda, onde participa de missão institucional representando o próprio Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). A controvérsia gira em torno da regularidade funcional da magistrada. Com base no artigo 1º, § 2º, da Resolução CNJ nº 64/2008 (com redação atualizada pela Resolução nº 669/2025), especialistas

O consórcio Fla-Flu protocolou uma nova petição no plantão judiciário do TJRJ neste domingo, dia 11 de outubro de 2026, solicitando que a desembargadora Suely Lopes Magalhães rejeite o pedido de reconsideração formulado pelo Vasco para liberar o Maracanã para o confronto diante do Boca Juniors, agendado para o dia 20 de outubro de 2026. O consórcio Fla-Flu baseia sua argumentação nos seguintes pontos principais: Prazo limite da Conmebol: Sustenta que o pedido do Vasco foi protocolado às 22h16 do sábado, dia 10 de outubro de 2026, limite do prazo estipulado pela entidade sul-americana, alegando que a solicitação perdeu o objeto. Questionamento sobre ingressos: O

A confirmação da realização da semifinal da Copa Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors no Maracanã, no dia 20 de outubro de 2026, foi fruto de uma intensa articulação jurídica e política liderada pela diretoria e advogados do clube. A estratégia envolveu o alinhamento com a CBF, a FERJ e órgãos governamentais do Rio de Janeiro e de Brasília, somado ao diálogo institucional com o Fluminense. Diante da postura neutra da Conmebol — que exigia apenas o cumprimento dos prazos regulamentares para a definição do local até este sábado, dia 10 de outubro de 2026, além da garantia de cota mínima de ingressos para torcedores

A Fla-Flu Serviços S.A. emitiu uma nota oficial manifestando forte contrariedade diante da liminar concedida pelo desembargador Marco Antonio Ibrahim, que determinou a liberação do Maracanã para o confronto entre Vasco e Boca Juniors, agendado para o dia 20 de outubro de 2026, pela semifinal da Copa Sul-Americana. A concessionária classificou o veredito como “teratológico” e argumentou que a determinação contraria os laudos técnicos anexados ao processo e as decisões anteriores favoráveis à gestão do estádio. A empresa destacou a divergência do novo entendimento em relação a seis pronunciamentos judiciais prévios e questionou a alteração do julgador sem fatos novos, citando a observância ao princípio

O Vasco apresentou um agravo interno nesta sexta-feira, dia 09 de outubro de 2026, contestando a decisão do desembargador Alexandre de Carvalho Mesquita, da 23ª Câmara de Direito Privado do TJRJ, que havia indeferido a tutela de urgência para a realização do duelo contra o Boca Juniors no Maracanã. O clube sustenta que os documentos e provas anexados ao processo não foram analisados adequadamente na decisão anterior e exige uma nova apreciação. O recurso ocorre em meio a um entrave de prazos: o desembargador relator iniciou período de férias no dia 07 de outubro de 2026, com retorno agendado apenas para 19 de outubro, véspera

O presidente do Vasco, Pedrinho, ingressou com uma queixa-crime por calúnia e difamação, acompanhada de pedido de reparação por danos morais, contra o conselheiro Pedro Henrique Sampaio. A ação foi motivada por declarações proferidas pelo conselheiro durante a reunião do Conselho Deliberativo realizada na terça-feira, dia 06 de outubro de 2026. Apresentada à 37ª Vara Criminal, a petição sustenta que o conselheiro — que votou contrariamente à aprovação da venda da SAF — excedeu o direito de crítica e fiscalização ao acusar o mandatário de obter vantagem financeira indevida na operação de qualificação do investidor para a Vasco SAF, sem apresentar provas ou elementos fundamentados.

O Vasco está interessado no meio-campista Facundo Gulli, do San Lorenzo, e avalia uma investida no atleta para a temporada de 2027. Até o momento, a diretoria do clube carioca não formalizou nenhuma proposta oficial ao time argentino, mas estuda avançar com negociações e uma oferta concreta na próxima janela de transferências. Fonte: X Franco Scardigli

Caso o Vasco confirme a liberação do Maracanã para o duelo contra o Boca Juniors, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana, as diretoria e representações de torcedores de ambos os clubes planejam uma integração histórica entre os torcedores. A programação prevê uma grande confraternização inicial em São Januário, reunindo os torcedores vascaínos e a torcida xeneize. Na sequência, no dia da partida, a intenção é organizar uma caminhada conjunta saindo da colina histórica direto rumo ao Maracanã. A ação tem como intuito celebrar a boa relação histórica entre as duas agremiações e promover um ambiente de união e paz no futebol sul-americano antes da decisão

O Vasco trabalha com três trunfos principais nos bastidores para obter a liberação do Maracanã para o jogo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors. Além da sinalização positiva do órgãos de segurança, a diretoria do clube leva em consideração a preferência da própria Conmebol em realizar a partida no principal palco do futebol carioca. Outro fator estratégico considerado pela cúpula vascaína envolve o cenário político estadual, com a possibilidade da eleição para o Governo do Estado do Rio de Janeiro ser definida ainda no primeiro turno em favor do candidato Douglas Ruas. A avaliação interna é de que uma confirmação

O contrato de venda da SAF do Vasco para a Almirante Participações prevê uma cláusula que autoriza o empresário Marcos Faria Lamacchia a transferir o controle de 90% das ações do futebol para outra empresa de seu próprio grupo econômico ao longo dos próximos 10 anos. A regra impede alienação a novos proprietários externos, mas viabiliza reestruturações internas entre empresas familiares. A medida possibilita que companhias como a Crefisa e a Crefipar assumam o controle acionário do clube no futuro. As duas empresas têm 95% das ações pertencentes a José Lamacchia, pai de Marcos Lamacchia, com a participação restante vinculada a Leila Pereira, atual presidente

Elenco e comissão técnica do Vasco manifestaram posição contrária à realização do jogo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors no Estádio Nilton Santos. O local surge como alternativa diante da impossibilidade regulamentar de utilizar São Januário devido à exigência de capacidade mínima de 30 mil lugares e da disputa judicial enfrentada pelo clube contra o Consórcio Fla-Flu para atuar no Maracanã. O técnico Pedro Emanuel e os atletas do plantel criticaram abertamente o piso sintético do estádio alvinegro. O volante Santiago Sosa argumentou que o gramado artificial prejudica os arranques, traz impactos ao joelho e altera excessivamente a velocidade da

O contrato de venda da SAF do Vasco para a Almirante Participações, de Marcos Faria Lamacchia, estabelece o pagamento de R$ 3 milhões anuais ao CRVG pela cessão do uso do Estádio de São Januário até 31 de dezembro de 2030. Caso o complexo passe por reformas que ultrapassem 12 meses, o valor do aluguel sofrerá redução para R$ 2 milhões por temporada. Após o término e a reabertura do estádio para os jogos, o montante cobrado passará por ajuste proporcional. O acordo prevê também a obrigatoriedade da realização de no mínimo 35 partidas anuais da equipe em São Januário. O documento assinado entre as

O Conselho Deliberativo do Vasco aprovou, em sessão realizada na noite desta terça-feira, dia 06 de outubro de 2026, a proposta da Almirante Participações para a venda do controle do futebol do clube. A decisão representa um avanço importante nas negociações, permitindo que o processo siga para os trâmites finais. O projeto aprovado estabelece que a empresa gerida por Marcos Faria Lamacchia passará a deter 90% das ações da Nova SAF. Por sua vez, o Vasco associativo manterá uma fatia de 10% do capital, além de preservar seus direitos especiais previstos em governança. Além da aprovação do negócio, os conselheiros deram aval para as alterações

A concessionária do Maracanã apresentou manifestação à Justiça argumentando contra a realização da semifinal da Copa Sul-Americana no estádio. Em sua defesa, a empresa citou o impacto na preservação do gramado e o atendimento a solicitações do Flamengo e do ex-jogador Zico para o tradicional Jogo das Estrelas. Na petição, a gestão do complexo sustenta que o Vasco não sofrerá prejuízo irreparável caso a partida seja transferida de local. Para embasar a posição, a concessionária destacou que a Polícia Militar confirmou que o Estádio Nilton Santos possui todas as condições estruturais e operacionais necessárias para sediar um confronto de grande porte e complexidade. O imbróglio