A estratégia jurídica do departamento associativo da Colina ganhou um novo capítulo prático nos tribunais. Conforme informação divulgada na noite desta quarta-feira, dia 1º de julho, pelo canal Atenção, Vascaínos! em seu perfil na plataforma X, o Club de Regatas Vasco da Gama protocolou oficialmente um pedido de reconsideração da liminar que destituiu o Conselho de Administração da Vasco SAF na temporada de 2026.
Na petição enviada à 4ª Vara Empresarial, os advogados do clube apresentam quatro argumentos centrais para reverter a decisão da juíza Caroline Fonseca. A defesa sustenta que o litígio de governança deve ser decidido pela comissão de arbitragem da FGV (Fundação Getulio Vargas) e não pela Justiça comum. Além disso, o documento aponta que o relatório preliminar deixado pela ex-interventora Samantha Mendes Longo comprovou uma estrutura de gestão adequada na empresa, evidenciando que a intervenção judicial causou uma crise burocrática desnecessária e sem requisitos legais.
O corpo jurídico associativo, liderado pelas diretrizes do presidente Pedrinho, também contra-atacou a representação processual da 777 Carioca LLC. O clube exige que o grupo norte-americano comprove formalmente nos autos os poderes de sua cadeia de comando, fazendo alusão direta à polêmica recente envolvendo a assinatura digital de uma executiva vinculada à holding A-CAP.
Com a medida, o Vasco solicita em caráter de urgência o retorno imediato dos conselheiros afastados, a retomada dos plenos poderes de gestão do futebol e a anulação da exigência de aval da antiga controladora para a venda dos ativos. A decisão de urgência para destravar o caixa institucional e referendar o acordo de R$ 2,5 bilhões com o investidor Marcos Faria Lamacchia retorna agora para a análise da magistrada do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Fonte: X do canal Atenção, Vascaínos!