O ex-zagueiro Leandro Castán ingressou na Justiça do Rio de Janeiro com um pedido de habilitação retardatária de crédito no processo de Recuperação Judicial do Vasco, cobrando o montante aproximado de R$ 3,2 milhões.
A quantia total exigida divide-se entre:
R$ 2.975.428,72 destinados à Castan Assessoria Esportiva (empresa responsável pela gestão dos direitos de imagem do ex-atleta).
R$ 285.074,37 em favor do advogado João Henrique Chiminazzo, representante legal do ex-jogador.
A cobrança é oriunda de um termo de rescisão assinado em 2022, no qual o clube reconheceu um débito original de cerca de R$ 2 milhões a ser quitado em 66 parcelas. Das prestações pactuadas, apenas duas foram honradas. Em janeiro de 2025, o atleta tentou uma execução extrajudicial, contudo, o atraso na emissão de certidões judiciais fez com que seu nome ficasse fora da lista inicial de credores apresentada pela SAF na abertura da Recuperação Judicial.
Em entrevista recente concede em 1º de outubro de 2026, Leandro Castán comentou sobre a pendência financeira: “O Vasco me deve. Mas pra mim isso é tranquilo, está com meus advogados. É triste pra quem trabalhou e não recebeu, principalmente os funcionários.”
O Vasco ainda não foi citado formalmente na ação. Cabe lembrar que a transição da SAF para a Almirante Participações (grupo de Marcos Lamacchia) inclui a constituição de um seguro bancário de R$ 324 milhões para cobrir as obrigações e dívidas da empresa no processo de Recuperação Judicial.
Fonte: ESPN