A derrota do Vasco da Gama por 1 a 0 diante do Palmeiras, na tarde deste domingo, dia 1º de novembro de 2026, no Nubank Park, gerou uma onda de indignação nos bastidores do futebol cruz-maltino. Logo após o apito final do jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil, o diretor de futebol do clube, Admar Lopes, fez um pronunciamento contundente antes da coletiva do técnico Pedro Emanuel para protestar contra a atuação do árbitro Anderson Daronco e da equipe do VAR.
O dirigente vascaíno classificou o desempenho da arbitragem como completamente vergonhoso e alertou que os equívocos cometidos em campo podem ter sido determinantes para a definição de um dos finalistas do torneio nacional. A revolta da cúpula de futebol concentrou-se principalmente em dois lances capitais na etapa final: a expulsão do zagueiro Saldivia pelo segundo cartão amarelo e um toque de mão não marcado do defensor Barboza, da equipe paulista, dentro da área.
Além das decisões mais drásticas da partida, Admar Lopes apontou uma dualidade de critérios gritante na condução do jogo desde os minutos iniciais. O diretor citou uma entrada dura cometida por Marlon Freitas sobre o atacante Colidio em um lance de perigo claro que sequer foi punido com cartão amarelo, contrastando com a rigidez adotada para advertir os atletas do Gigante da Colina.
A atuação da cabine de vídeo, sob o comando do árbitro catarinense Rodrigo D’Alonso Ferreira, também foi alvo de forte repúdio. O dirigente afirmou que a equipe do VAR foi omissa ao não recomendar a revisão do lance de penalidade máxima envolvendo o zagueiro rival, cobrando publicamente da Comissão de Arbitragem da CBF maior critério na escala de profissionais para partidas desse porte.
Apesar da desvantagem no placar e do clima de revolta contra a arbitragem, o confronto segue totalmente aberto. A grande decisão da vaga na final da Copa do Brasil acontecerá no próximo domingo, dia 8 de novembro de 2026, às 17h, quando o Cruz-Maltino recebe a equipe paulista no caldeirão de São Januário com o apoio massivo da torcida vascaína.
Fonte: ge