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John Textor volta a citar o Vasco e analisa gestão de Pedrinho com a 777 em entrevista

John Textor

Os desdobramentos das crises societárias no futebol carioca ganharam novas declarações do cenário internacional. Conforme entrevista exclusiva divulgada na manhã desta quinta-feira, dia 9 de julho, pelo portal NETVASCO com base em apuração da Rádio Itatiaia, o acionista majoritário da SAF do Botafogo, John Textor, voltou a comentar publicamente sobre a situação política e jurídica do clube cruz-maltino na temporada de 2026.

​Durante o bate-papo, o empresário norte-americano traçou um paralelo entre os impasses que enfrenta no Alvinegro e o cenário vivido em São Januário. John Textor pontuou que o clube de regatas tinha motivos legítimos para se preocupar com as operações da antiga parceira corporativa. “O Vasco tinha bons motivos para se preocupar com a 777. Sabe, eu sempre dizia: ‘Nós não somos o Vasco’. Isso era até um elogio ao Pedrinho, porque o que eu queria dizer era que nós não éramos o Vasco. Nós não tínhamos a 777. Nós não tínhamos fraude”, analisou o dirigente estrangeiro.

​Apesar do tom inicialmente elogioso ao presidente associativo, o mandatário botafoguense teceu duras críticas à condução financeira feita pela Diretoria Executiva após a retomada do controle das ações na 4ª Vara Empresarial. Na visão de Textor, o clube falhou ao não consolidar a entrada imediata de novos recursos. “Depois que ele entrou e retomou o controle do clube, ele não trouxe o capital de volta. Não trouxe outro investidor. Ele deveria ter encontrado outro parceiro para a SAF. Mas agora ele é afastado do clube. Eles já passaram por recuperação judicial. Ainda têm uma dívida de 300 milhões. Provavelmente precisarão passar por Recuperação Judicial novamente”, disparou o norte-americano, ignorando os recentes avanços contratuais do clube com o empresário Marcos Faria Lamacchia.

​Fonte: NETVASCO e Rádio Itatiaia