A defesa corporativa do futebol cruz-maltino iniciou uma nova ofensiva jurídica na segunda instância para reaver a autonomia administrativa do clube. Conforme apuração divulgada por mídias independentes e jornalistas setoristas na plataforma X, os procuradores que representam a Vasco SAF protocolaram um novo recurso de agravo de instrumento junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro na temporada de 2026.
A peça processual ataca diretamente a última decisão proferida pelo juízo da 6ª Vara Empresarial, que havia negado o pedido de reconsideração e nomeado um novo interventor judicial para fiscalizar a companhia. No recurso, o departamento jurídico associativo reitera a tese de desnecessidade da medida restritiva e sustenta que a manutenção de um administrador judicial prejudica o andamento das tratativas comerciais de grande porte, como a proposta de compra de 90% das ações pelo empresário Marcos Faria Lamacchia.
Os advogados do Club de Regatas Vasco da Gama pedem a concessão de um efeito suspensivo de urgência para paralisar imediatamente os efeitos da intervenção. O pleito junta-se às estratégias do presidente Pedrinho, do CEO Fred Luz e do diretor executivo Admar Lopes, que tentam centralizar as decisões no Tribunal de Justiça sob a relatoria do desembargador Cesar Felipe Cury, esvaziando a asfixia burocrática nos balcões de primeira instância enquanto o elenco profissional segue sua preparação sob o comando de Bruno Lazaroni.
Fonte: Noticiário Geral dos Tribunais e Mídias Coirmãs