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O segredo de Renato: como o “Efeito Portaluppi” resgatou o espírito do Time da Virada

Equipe do Vasco

O Vasco da Gama resgatou sua mística sob o comando de Renato Gaúcho. Em apenas três jogos no Brasileirão 2026, o treinador alcançou uma marca impressionante: a equipe buscou o resultado em todas as partidas, somando duas vitórias e um empate. O “modo virada” tirou o Cruzmaltino da zona de rebaixamento e elevou o moral do elenco, que agora ocupa a 10ª posição com 8 pontos.

A receita do sucesso de Renato na Colina baseia-se em um tripé fundamental: ajustes táticos conservadores, substituições que mudam o destino do jogo e, principalmente, uma gestão anímica diferenciada. Embora tenha implementado um sistema com três volantes para dar segurança à defesa, o técnico não hesita em lançar o time ao ataque quando está em desvantagem. As entradas de Cuiabano, Rojas e Spinelli foram decisivas para os triunfos sobre Palmeiras e Fluminense, provando que o banco de reservas está conectado com a estratégia do comandante.

Outro diferencial marcante tem sido a sensibilidade de Renato com o “termômetro” da arquibancada. O treinador adotou a postura de preservar atletas que estão sob forte pressão da torcida, como fez ao substituir Lucas Piton e Hugo Moura nos intervalos para evitar que vaias prejudicassem o coletivo. No vestiário, a serenidade impera; o meia Nuno Moreira revelou que o técnico dá abertura para os jogadores falarem, criando um ambiente de cobrança positiva que resulta em um novo time para a etapa final.

Apesar do início animador, o próprio Renato Gaúcho faz um alerta: o Vasco não pode se acostumar a sofrer primeiro para reagir depois. O objetivo para o duelo contra o Grêmio, neste domingo em São Januário, é tentar sair na frente e controlar a partida desde o início. Com 7 pontos conquistados de 9 possíveis, a meta agora é manter a regularidade para encostar no pelotão de frente da temporada 2026.

Fonte: UOL