Venda da SAF do Vasco: Negociações com Marco Lamacchia entram em fase de cautela

O processo de venda do controle da SAF do Vasco da Gama teve uma redução no ritmo nos últimos dias, mas a situação é tratada com tranquilidade pela diretoria liderada por Pedrinho. Segundo o jornalista Lucas Moret, do SBT, a percepção interna neste domingo, dia 19 de fevereiro de 2026, é de que a negociação entrou em uma fase de “subida de ladeira” — um estágio que exige maior cuidado técnico e jurídico para garantir a segurança da transação final.

O principal interessado na aquisição é o empresário Marco Faria Lamacchia, de 47 anos, herdeiro do fundador do Banco Real e filho de José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa e marido de Leila Pereira (presidente do Palmeiras). A equipe do investidor segue analisando detalhadamente toda a documentação e os passivos da SAF, um processo de due diligence que é natural em operações de grande porte. A expectativa é que, superada essa etapa de avaliação burocrática, as conversas avancem para a formalização de uma proposta vinculante.

Embora a redução da velocidade possa causar ansiedade na torcida, o Vasco entende que o caminho atual é o mais seguro para evitar os problemas enfrentados com o antigo investidor (777 Partners). O objetivo é que o novo controlador assuma ainda no primeiro semestre de 2026, injetando os recursos necessários para a reestruturação do futebol e a reforma de São Januário. Até o momento, as negociações seguem protegidas por termos de confidencialidade (NDA), mas o otimismo nos bastidores de São Januário permanece elevado quanto ao desfecho com o grupo de Lamacchia.

Status da negociação da SAF:

Ritmo atual: Desaceleração estratégica para análise profunda de documentos e garantias jurídicas.

Investidor: Marco Faria Lamacchia, CEO da Blue Star e membro de uma das famílias mais influentes do setor financeiro brasileiro.

Projeção: A expectativa de mercado é que a assinatura do acordo definitivo possa ocorrer até março ou abril de 2026.

Foco: Garantir que o novo contrato seja “blindado” contra crises institucionais e assegure investimentos de longo prazo.

Fonte: X do jornalista Lucas Moret/SBT e apurações complementares.