
A saída de Philippe Coutinho de São Januário ganhou novos capítulos nesta quinta-feira, dia 19 de fevereiro de 2026. Surgiram informações de que o Vasco da Gama possuía um plano para renovar o contrato do meia — que terminaria em julho de 2026 — até o momento de sua aposentadoria definitiva. Segundo apuração do UOL Esporte, a diretoria teria sinalizado essa intenção ao jogador ainda em janeiro deste ano, visando transformar o camisa 10 em um embaixador do clube após o fim da carreira nos gramados.
Entretanto, o que deveria ser um gesto de confiança acabou gerando um sério ruído de comunicação entre as partes. O estafe do atleta contesta a versão da diretoria, afirmando que nunca houve uma proposta formal ou uma conversa concreta sobre o prolongamento do vínculo. Para a equipe de Coutinho, a informação foi apenas vazada estrategicamente para a mídia, sem que houvesse uma intenção real de fato por parte da cúpula liderada por Pedrinho. Esse desencontro de narrativas foi um dos elementos que alimentaram o sentimento de desproteção do jogador.
Esse desgaste institucional, somado à pressão das arquibancadas, acelerou o pedido de rescisão. Enquanto o clube tentava passar a imagem de que planejava o futuro do ídolo, o jogador sentia que o apoio era superficial e apenas “para consumo externo”. Com a formalização da saída ocorrendo hoje, o projeto de ter Coutinho como pilar central do Vasco por muitos anos se encerra de forma melancólica, evidenciando uma falha de sintonia entre a gestão da SAF e o principal nome do elenco.
Pontos do conflito de comunicação:
Versão do Clube: Alegam ter apresentado um plano de renovação até a aposentadoria em janeiro de 2026.
Versão do Atleta: O estafe afirma que a proposta nunca existiu formalmente e que o vazamento para a imprensa gerou desconforto.
Consequência: O ruído foi citado como um dos fatores que motivaram a rescisão antecipada do vínculo.
Fonte: X Estagiário do Vasco