Nenê é natural de Jundiaí, no interior de São Paulo, e por conta do futebol já rodou o mundo por países como França, Espanha, Inglaterra e Qatar, mas com apenas três meses de Vasco, tem incorporado como poucos o estilo carioca de ser e até mesmo funk já ganhou.
Adepto de passeios a pontos turísticos nos momentos de lazer, como tem demonstrado em sua conta no Instagram, ele aliou a oportunidade de voltar ao Brasil após 12 anos com o desejo antigo de morar no Rio de Janeiro.
“Sempre tive vontade de jogar no Rio. Saí do Brasil muito novo. De férias sempre vinha para cá e falava com minha família como seria legal morar aqui. Meus filhos adoraram a ideia. Feliz o trabalho flui mais facilmente”, disse o jogador logo em sua chegada ao clube.
Camisa 10 da equipe e um dos símbolos da reação do Vasco na Campeonato Brasileiro, o meia não demorou para virar tema de um dos ritmos mais populares da cidade. Interpretado por MC Charles, autor de outras músicas vascaínas como o “Trem Bala da Colina”, o funk “Nenê é sinistro, Nenê é o cara” exalta as qualidades do jogador, mas também provoca o rival Flamengo e o atacante Guerrero, que ganhou a canção “Acabou o Caô” dos torcedores rubro-negros.
“Eles (flamenguistas) começaram com aquela história de ‘acabou o caô, o Guerrero chegou’ e contra o Vasco o Guerrero não engrenou, o Nenê fez gol e não ganharam mais do Vasco. Então foi o que eu disse: acabou o caô? O caô só começou”, provocou Charles, lembrando do histórico cruzmaltino favorável no confronto em 2015.
O contrato de Nenê com o Vasco vai até agosto de 2016 e o clube já analisa a possibilidade de prolongá-lo. Antes do acerto com a equipe de São Januário, o meia teve uma proposta para retornar ao Santos, mas não chegou a um acordo.
O jogador tem 14 partidas disputadas pelo Vasco e cinco gols marcados.
Fonte: UOL Esporte