
Com muitas “alfinetadas” à autoridade, ele contestou um relatório que foi emitido pelo policial ao Ministério Público. Nele, Fiorentini sugeria a contratação de stuarts (seguranças particulares usados na Copa do Mundo) para vigiar o setor social de São Januário, que nesta quinta-feira recebeu a partida diante do Resende sem o vidro de proteção que separa o local do gramado.
Eurico ressaltou que colocou seguranças nos corredores para fazer a proteção (eram dez homens) e que a medida foi aprovada pelos torcedores.
“Não contratei stuarts, mas coloquei seguranças em toda a área sentados ali. Se colocasse o que ele quer, os stuarts, a reação é a de correr atrás de um torcedor dentro do campo, não de impedir, como fizemos. Mas o que ele (Fiorentini) quer é criar um confronto. E se tem uma coisa que nunca admiti, e no dia que admitir isso não fico mais um dia no Vasco, é essa tentativa de ingerência no Vasco, de controlar a social do Vasco. No meu entendimento, ele está extrapolando as suas funções”, disparou.
Sobre a suposta tentativa de “criar um confronto” com o Vasco, o dirigente opinou dando uma alfinetada em Fiorentini.
“”Talvez seja porque ele não consegue resolver o problema das torcidas organizadas”, disse, se referindo ao racha da organizada “Força Jovem”, situação que Eurico já emitiu nota oficial não se responsabilizando.
No pronunciamento, Eurico Miranda revelou também que a intenção é a de retirar todos os vidros de proteção, inclusive os da arquibancada.
Fonte: UOL Esporte